O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (14) a revogação dos vistos de seis estrangeiros que teriam comemorado, nas redes sociais, a morte do ativista conservador Charlie Kirk.
Segundo comunicado atribuído ao Departamento de Estado, os cidadãos afetados seriam da Argentina, África do Sul, México, Brasil, Alemanha e Paraguai. A nota afirma que “os Estados Unidos não têm obrigação de receber estrangeiros que desejam a morte de americanos”.
Charlie Kirk, conhecido aliado político do presidente Donald Trump e fundador da organização Turning Point USA, morreu em 10 de setembro durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah. Testemunhas relataram que um atirador, posicionado a cerca de 180 metros, abriu fogo contra o local.
O principal suspeito, identificado como Tyler Robinson, foi formalmente acusado de homicídio agravado e obstrução da justiça, podendo enfrentar a pena de morte, segundo as autoridades.
Kirk, de 31 anos, era uma das vozes mais influentes do conservadorismo jovem nos Estados Unidos. Sua morte provocou forte comoção e reacendeu o debate sobre polarização política e liberdade de expressão no país.
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