O governo federal enfrenta uma corrida contra o relógio para garantir a aprovação da Medida Provisória que sustenta parte essencial do equilíbrio fiscal previsto para 2026. Caso a MP não seja votada até quarta-feira(hoje), ela perderá a validade automaticamente, resultando na revogação imediata de suas medidas.
A consequência direta seria a perda de arrecadação considerada fundamental no Orçamento de 2026 e a inviabilidade da meta de superávit fiscal de 0,25% do PIB (Produto Interno Bruto), compromisso assumido publicamente pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Nos bastidores, a pressão aumenta sobre o Congresso Nacional, que precisa decidir rapidamente se mantém ou não as medidas fiscais — sob pena de criar um novo impasse nas contas públicas e fragilizar o planejamento econômico do governo.
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