O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que um grupo de oração se reúna na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, onde ele cumpre prisão domiciliar. A decisão se baseia no direito constitucional à assistência religiosa, garantido a todos os presos, provisórios ou definitivos.
No entanto, Moraes deixou um recado importante: o grupo não poderá ser usado como pretexto para encontros sociais ou visitas fora da finalidade religiosa. Apenas os 16 integrantes autorizados — entre eles Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle — poderão participar.
A medida busca assegurar a liberdade religiosa, mas sob vigilância para evitar desvios de finalidade.
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