A recente negativa de Tarcísio de Freitas (Republicanos) sobre uma possível candidatura à Presidência da República em 2026 provocou divergências entre seus aliados e reacendeu os debates sobre o futuro político do governador paulista.
Enquanto uma ala defende que Tarcísio deve buscar a reeleição em São Paulo, outra parte considera inevitável que ele seja o principal nome da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas.
Para interlocutores próximos, a decisão final pode não estar nas mãos de Tarcísio: “Se for convocado, ele não terá como recusar”, disse uma fonte. Já outros aliados acreditam que a negativa é apenas uma estratégia para reduzir os ataques da oposição antes do início oficial da campanha.
O recuo acontece em meio ao debate sobre a anistia no Congresso e às repercussões da condenação de Jair Bolsonaro (PL) no STF. Dias antes, o governador chegou a radicalizar o discurso em um ato de 7 de setembro, mas depois preferiu adotar discrição e priorizar agendas internas no Palácio dos Bandeirantes e compromissos no interior paulista.
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