Na minha percepção política, Marcelo Queiroga parece esquecer rápido quem esteve ao seu lado nos momentos decisivos. Em 2024, o partido NOVO abriu mão de protagonismo e entrou na aliança que o levou ao segundo turno, oferecendo a credibilidade de nomes como Sérgio Queiroz — que, na minha opinião, foi peça-chave para dar força à sua candidatura. Sem esse apoio, dificilmente Queiroga teria avançado.
Hoje, diante da pré-candidatura de Major Fábio — um nome de direita, alinhado às pautas que Queiroga sempre disse defender — o silêncio dele soa, no mínimo, incoerente. Repito: essa é a minha interpretação política. Até quando Marcelo vai adiar um gesto de reconhecimento?
Entendo que o PL tem uma dívida moral com o NOVO, e seria natural que Queiroga demonstrasse gratidão apoiando Major Fábio. O que observo, no entanto, é uma postura calculada e indecisa, que transmite fragilidade política. Essa é apenas uma opinião crítica, baseada na forma como vejo os fatos.
Se Queiroga continuar nesse compasso de espera, na minha análise, corre o risco de ser lembrado não como alguém firme em suas convicções, mas como um político que virou as costas para aliados importantes.
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