Os Estados Unidos anunciaram a apreensão de mais um navio-petroleiro no Caribe, elevando para sete o número de embarcações interceptadas dentro de uma operação que visa impedir o transporte de petróleo venezuelano fora dos parâmetros considerados legais por Washington. A ação foi conduzida pelo Comando Sul, com apoio do Departamento de Segurança Interna e do Departamento de Justiça, e ocorreu sem registro de incidentes.
Segundo autoridades americanas, o navio tentava burlar a chamada “quarentena” imposta a embarcações sancionadas, reforçando a estratégia dos EUA de controlar o escoamento do petróleo da Venezuela. A ofensiva faz parte da campanha conhecida como “Lança do Sul”, que intensificou o monitoramento marítimo na região do Caribe.
A continuidade das operações indica que o governo norte-americano pretende manter pressão constante sobre a cadeia de produção e exportação de petróleo venezuelano, atingindo diretamente uma das principais fontes de receita do regime de Nicolás Maduro. De acordo com os EUA, o objetivo é garantir que apenas cargas transportadas de forma regular e dentro das normas internacionais possam deixar o país.
A operação conta ainda com o suporte de equipes de elite das forças conjuntas americanas, sinalizando que o cerco econômico e militar tende a se manter ativo, ampliando a tensão geopolítica na região e aumentando a incerteza sobre o futuro do setor energético venezuelano.
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