Os Bastidores do Poker do Comendador e suas crônicas interpeladas pelo Comendador Roosevelt

Nas mesas de jogos do Comendador, ao longo dos anos, passaram — e ainda passam — pessoas dos mais diversos segmentos da sociedade, incluindo agentes públicos, empresários,jornalistas, profissionais liberais, esportistas e outros, em sua maioria ligados à região Nordeste.

Todos unidos por uma paixão comum: o poker. Para alguns, trata-se de entretenimento e lazer mental; para outros, uma forma de socialização ou reflexão estratégica. Em 2010, a Federação Internacional de Esportes da Mente (IMSA) reconheceu oficialmente o poker como esporte mental, ao lado do xadrez, do bridge e das damas. No Brasil, o poker é reconhecido como atividade de habilidade, nos termos da legislação vigente.
O Comendador é reconhecido por sua postura ética e discreta, atuando como um verdadeiro guardião do ambiente que coordena. Um homem que preserva a confidencialidade, o respeito e a segurança de todos os participantes, compreendendo que muitas conversas ali travadas pertencem exclusivamente àquele espaço. Sua filosofia é simples e clara:
“Seja observador. Observe tudo, mas finja que não sabe de nada.”

Cada jogador, independentemente da função que exerça na vida pública ou privada, apresenta características próprias. Alguns veem o poker como válvula de escape; outros, como diversão intelectual; há ainda aqueles para quem o ambiente favorece conexões e oportunidades legítimas de negócios.

Costuma-se defender que a eventual regulamentação de atividades correlatas no Brasil poderia impulsionar a geração de empregos, o desenvolvimento social e o aumento de receitas, sempre dentro dos limites legais e institucionais.

E, por fim, uma reflexão aprendida ao longo do tempo:
“Nas mesas de poker, aprende-se que nem todos sabem lidar com poder e dinheiro. Muitos desejam permanecer onde estão a qualquer custo. Assim como no poker, a verdadeira questão não é apenas vencer, mas saber permanecer na mesa.”

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