O ex-governador de Minas Gerais e atual pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, intensificou sua ofensiva contra a estrutura de poder na capital federal.
Em vídeo publicado recentemente em suas redes sociais, o político apresentou o que chama de plano para encerrar a "farra dos intocáveis", focando suas críticas no custo de manutenção dos Três Poderes e na conduta de magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os principais alvos da crítica
Zema utilizou dados de gastos públicos para fundamentar seu discurso, destacando pontos específicos que considera excessivos:
Executivo: Citou gastos de hospedagem do presidente Lula em viagens internacionais (mencionando valores próximos a R$ 812 mil na Alemanha) como um desrespeito ao contribuinte.
Legislativo: Afirmou que o Congresso Nacional brasileiro é um dos mais onerosos do mundo, com um custo operacional estimado em R$ 40 milhões por dia.
Judiciário: Direcionou críticas severas ao STF, referindo-se aos ministros como "intocáveis" e questionando a falta de um código de ética rigoroso para a Corte.
Propostas de Reforma
Para enfrentar o que classifica como abusos, o pré-candidato defende uma agenda de três pilares fundamentais:
Fim do Foro Privilegiado: Extinção do direito a julgamento especial para autoridades.
Combate aos Supersalários: Corte imediato de benefícios e vencimentos que ultrapassem o teto constitucional.
Responsabilização Jurídica: Facilitação de processos de impeachment para ministros do Supremo, sugerindo que a aprovação possa ocorrer por maioria simples no Senado.
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