O Corinthians registrou um novo aumento em sua dívida, que chegou a R$ 2,7 bilhões, de acordo com o balanço divulgado pelo clube na última sexta-feira (10/10). O montante representa um crescimento de 67,2% desde 2021, quando o endividamento total era de R$ 1,619 bilhão.
Segundo o relatório, R$ 2 bilhões correspondem à dívida direta do clube e R$ 655 milhões são referentes ao financiamento da Neo Química Arena, em Itaquera.
Em 2024, a dívida bruta era de R$ 2,568 bilhões — R$ 1,9 bilhão do clube e R$ 668 milhões da Arena. Em apenas um ano, o aumento foi de R$ 138,9 milhões, o que representa alta de 5,4% entre 2024 e julho de 2025.
Além da elevação do endividamento, o Corinthians também enfrenta problemas com a Fifa, após condenação por uma dívida com o Midtjylland, da Dinamarca, referente à contratação do volante Charles. O clube europeu deverá receber 1 milhão de euros (cerca de R$ 6,25 milhões), valor ligado a uma parcela que não teria sido quitada pela equipe paulista.
O acordo original previa duas parcelas de 400 mil euros e uma de 800 mil euros, mas o não pagamento da última levou o clube dinamarquês a acionar o Corinthians na Fifa.
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