O deputado estadual Walber Virgolino (PL-PB) reagiu à decisão do Ministério da Justiça de elevar a classificação indicativa de desenhos bíblicos exibidos pela TV Record. As produções passaram a ser consideradas não recomendadas para menores de 12 anos.

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar classificou a medida como “perseguição religiosa” e questionou os critérios utilizados pelo governo para avaliar conteúdos de temática bíblica.

Walber também defendeu o direito das famílias de participar das decisões relacionadas à educação e à formação dos filhos. Segundo o deputado, a fé, a liberdade religiosa e os valores familiares devem ser respeitados.

“Não podemos aceitar dois pesos e duas medidas quando o assunto é a formação das nossas crianças”, afirmou o parlamentar na publicação.

O deputado ainda destacou a importância de uma educação baseada no conhecimento, no respeito e na responsabilidade, sem o que considera imposições ideológicas.

A decisão do Ministério da Justiça e a manifestação de Walber reacendem o debate sobre classificação indicativa, liberdade religiosa, conteúdo audiovisual e o papel das famílias na formação de crianças e adolescentes.