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Trégua histórica: reféns serão libertos e tropas recuam em Gaza


A primeira fase do novo plano de cessar-fogo entre Israel e Hamas prevê a libertação de todos os reféns e a retirada gradual das tropas israelenses da Faixa de Gaza, seguindo uma linha previamente definida. O acordo também inclui a libertação de prisioneiros palestinos, em um gesto que visa abrir caminho para negociações de paz mais duradouras.

O presidente Donald Trump anunciou a criação de um “conselho de paz”, com o objetivo de garantir um fim estável para o conflito, que já dura décadas. No entanto, pontos cruciais permanecem indefinidos, como o desarmamento do Hamas e a futura governança de Gaza, o que ainda gera incertezas sobre a implementação completa do plano.

De acordo com fontes israelenses citadas pela CNN, o grupo palestino pode enfrentar dificuldades para localizar ou recuperar os restos mortais de alguns dos reféns ainda desaparecidos.

Enquanto isso, países do Oriente Médio devem contribuir para a reconstrução da Faixa de Gaza, segundo declarou Trump, sem oferecer mais detalhes. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a organização “aumentará os esforços de ajuda humanitária baseada em princípios, avançando na recuperação e reconstrução em Gaza”.

Em paralelo, dezenas de prisioneiros palestinos que devem ser libertados por Israel como parte do acordo foram transferidos para o sul do país, em preparação para a troca prevista nas próximas horas. O Ministério da Justiça israelense divulgou uma lista com os nomes de 250 prisioneiros, sendo que 117 mulheres deverão ser libertadas de imediato.

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