A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) desarticulou um esquema que utilizava falsas orações personalizadas para enganar fiéis e obter dinheiro por meio de transferências via Pix e boletos bancários.
De acordo com as investigações, o grupo operava como uma verdadeira empresa: havia metas de ligações, controle de lucros e divisão de ganhos entre os envolvidos. As vítimas eram convencidas a realizar pagamentos sob o pretexto de receber bênçãos espirituais, com valores médios de R$ 50.
Após o pagamento, as orações eram produzidas por atendentes com auxílio de inteligência artificial, adaptadas conforme as histórias e pedidos relatados pelas vítimas. O valor arrecadado era destinado, segundo a polícia, à esposa de um pastor identificado como um dos responsáveis pelo esquema.
A operação segue em andamento para identificar outros suspeitos e rastrear o destino dos recursos obtidos com os golpes.
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